sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Evangelho de Marcos em Cordel
domingo, 21 de outubro de 2012
A história de Mary Jones-Uma história de amor pela Palavra de Deus
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Salmo 63
domingo, 19 de agosto de 2012
Renúncia
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Seja esperto.Diga não às drogas
Uma poesia(apelo)de Roberto CelestinoHoje a sociedade
Se encontra ameaçada,
Por um mal que a assola
Essa droga tão falada,
Que destrói muitas famílias
Deixa a vida arrasada.
A pessoa que inicia
Procurando atenção,
Quer ficar encorajado
Pra cair na diversão.
O coitado nem percebe
Que ta indo pro caixão.
Acha que só vai provar,
Pois se acha muito forte
Para a droga abandonar,
Mas depois vai perceber
A droga lhe dominar.
E com o passar do tempo
Passa a se transformar,
De alegre e tranquilo
Agressivo vai ficar,
E agora seus amigos
Dele vão se afastar.
E também dentro de casa
Muda o comportamento,
O alegre jovem agora
É apenas um briguento,
E sem ver está levando
A família ao sofrimento.
Os colegas não consegue
No estudo acompanhar,
Pois a sua inteligência
Já começa a definhar
E pensando só na droga
Não consegue estudar.
Dia a dia se percebe
A situação pior,
O que usa já não serve
Ele busca algo maior,
Procurando outras drogas
Para se sentir melhor.
Quando a cola já não serve
Para lhes satisfazer,
Ele busca a maconha
Por esta mais forte ser,
Vai chegar então o momento
De efeito não fazer.
E nessa viagem louca
Ele vai se aprofundando,
Busca drogas mais potentes
E de tudo vai usando,
Não consegue perceber
O quanto ta se afundando.
Aquele que tem dinheiro
Cocaína vai comprar,
O mais pobre compra o crack
É mais fácil de encontrar,
Esse é muito perigoso
Tem poder para matar.
Tem efeito matador
E também outro poder ,
Viciar rapidamente
E para a alguém prender
Basta usá-lo uma vez
Pra a pessoa se render.
Aumentando a desgraça
Um tal oxi, foi inventado,
É de cal e querosene
E tudo envenenado,
Mata mais do que as outras
Sem dar chance ao viciado.
Quando chega nessa fase
Tudo fica complicado,
O que parecia belo
Vai mostrar o outro lado
Quem queria aparecer
Agora vê-se isolado.
Se rebela com os pais
Pois se sente independente,
Achando que pode tudo
Quer mostrar que é valente
Quando passa o efeito
Só Deus sabe o que sente.
Quando acaba o dinheiro
E não pode mais comprar,
Vê-se logo em desespero
E começa a roubar,
Até dentro de sua casa
Rouba coisas do seu lar.
Anda sujo, maltrapilho
A calçada é seu lar,
Vive sempre mendigando
Esperando algo ganhar,
Pra comprar a sua droga
É disposto até matar.
Em um mundo violente
Vive ele envolvido,
Na escuridão das drogas
Compra briga com bandidos,
Muitos são os que se vão
Tem seu tempo reduzido.
Muitos jovens estão mortos
As famílias destruídas,
Outros vivem pelas ruas
Vivem ao léu e sem guarida,
Por uma atitude errada
Destruíram suas vidas.
E enquanto esses pobres.
Correm pra destruição
Peço que analisemos
Com devida atenção,
Como vive o traficante,
Que é chamado de chefão.
Vende droga, mas não usa
E só anda de carrão,
Leva vida sossegada
Só passeia de avião,
E o pobre viciado
Vive sujo pelo chão.
Deixo aqui o meu conselho
Pra você saber viver,
Bem tranqüilo e sossegado
Sem ter nada a temer:
Fique longe dessa droga
Ela quer matar você.
Quer você ser descolado?
Porta-te decentemente,
Faça uso do seu charme
Seja um jovem influente
Ao estudo dê valor
Mostra qu’és inteligente.
Deve a jovem escolher
Um rapaz pra namorar,
Que possua qualidades
Saiba a todos agradar,
Se pegar um viciado
Vai morrer de apanhar.
Fique atento com o álcool
É uma porta de entrada,
Muitos que por ela entraram
Perceberam a cilada
Outros ao tentar voltar
Encontraram-na fechada.
O cigarro é outra droga
Venenoso e matador,
Quem o usa adquire
Enfisema e tumor.
Não destrua o teu corpo
Que Deus fez com tanto amor
Vê-se o fruto dessas drogas
Hoje em muitos lugares,
A lotar os cemitérios
Nos presídios aos milhares
Jovens presos por correntes
Dentro de seus próprios lares.
Se alguém fizer convite
Para alguma droga usar,
Foge dele sem demora
Se não vai te afundar
É melhor andar sozinho
Sem o mal pra te tentar.
Mostra que és diferente
Escolhendo o correto,
Se souberes que há drogas
Não queiras passar por perto
Mostrarás assim a todos
Quem de fato é esperto.
Se você já provou drogas
Pra deixar essa é a hora,
Recomeça tua vida
Faça isso sem demora
Tua vida não é lixo
Para ser jogada fora.
Aproveita tua vida
Valoriza a liberdade,
Anda com sabedoria
Te esquivas da maldade.
Pois quem vive sem as drogas
Vive em tranqüilidade.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
O Caminho
Uma Poesia de Roberto CelestinoÉ preciso prosseguir,
Mesmo sentindo-se cansado
Estando o caminho tranqüilo
Ou mesmo atribulado.
Melhor é não olhar pra trás
E se olhar,
Não regredir
Depois de iniciada a jornada
É preciso prosseguir.
Lembro-me de alguma parte do caminho,
Algum lugar onde já passei
Chego a emocionar-me de saudades,
Por algo que ali deixei.
Também me emociono de dor
Dores que senti no caminho
Por vezes estar acompanhado
E muitas outras encontrar-me sozinho.
Também recordo de coisas
Que eu não deveria ter feito,
Coisas que ao serem lembradas
Transborda de arrependimento meu peito.
Confesso que já pensei em parar
Ficar na beira da estrada
Dormir e sonhar com quem passa,
Mas temo em não mais acordar
E perder o que me espera
O que me foi prometido
Pois essa minha caminhada
Não é sem rumo,
Tem objetivo.
Há trechos no caminho
Que são muitos tenebrosos
Mas há outros no entanto
Que são mui maravilhosos.
Tenho que passar por todos estes
Preciso mostrar meu valor
E vencer os obstáculos
E ser declarado vencedor.
É preciso prosseguir
Não desistir da jornada
Pois o caminho do qual falo
É nossa vida na estrada
Em rumo à morada eterna
Que Por Cristo foi preparada.
Poesia Evangélica: Um poema de Jörg Zink
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
A Árvore da Felicidade

A Arvore da Felicidade
Na floresta da minha vida eu plantei três sementes.
A primeira foi a semente do meu orgulho;
A segunda a semente da minha ganância;
Nasceram duas grandes arvores
Nestas arvores, depositei todo minha esperança.
A terceira semente, com esta eu não me importei
Não foi com carinha que eu a plantei
Na terra de qualquer jeito semeei
Não me importei se essa semente nascia
Eu não esperava qual seria minha surpresa um dia.
O tempo foi passando, meu orgulho e minha ganância aumentando
Orgulhoso fui até a floresta passear
Foi grande a desilusão, vi toda minha soberania desmoronar
A arvore do meu orgulho, juntamente com a arvore da minha ganância,
Encontrei as duas sem esperança.
Seus fortes galhos secando
Suas folhas amareladas
Eu chorei como criança, acabou minha esperança!
Estas duas arvores em pouco tempo seriam derrubadas!
Com meus olhos chorando
Para frente fui andando
Algo me surpreendeu
Encontrei uma grande arvore
Com grandes galhos rodeados
Suas flores perfumadas.
Esta arvore nasceu daquela semente
Que um dia covardemente o meu coração esqueceu
Eu corri ao seu encontro
Abracei o seu tronco
De alegria eu chorava.
Parece que a arvore me dizia:
Filho para onde você ia
Os caminhos que você seguia
Minha sombra te acompanhava.
Hoje eu sou feliz
Já esqueci do meu orgulho
Não lembro da minha ganância
Sou feliz como criança.
Não sinto nem tristeza, nem saudade
Agora, convido meus irmãos, amigos
E o povo desta cidade,
Para vir colher os frutos e descansar na sombra
Desta arvore que se chama
A ARVORE DA FELICIDADE!!!!!
Autor:
Presbitero: João Testi Sobrinho
Igreja Presbiteriana Filadelfia
Ribeirão Preto - SP
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
O Relato de Adão
Uma Poesia de Roberto Celestino
sexta-feira, 10 de junho de 2011
O Pastor
Uma Poesia de Roberto CelestinoAo cair da tarde
O pastor recolhe suas ovelhas
Elas estão cansadas,
Ele também está.
Seu corpo tende a desabar de cansaço
Ele carrega uma ovelha nos ombros
Está ferida,
Desgarrou-se, caiu em um precipício
Ele buscou-a, também se machucou
Encontrou-a.
Agora a carrega nos ombros
Teme perdê-la.
Por fim, o aprisco
Descanso?
Sim,para as ovelhas.
Seus pés inchados e feridos
Vão ter que esperar
Tem ovelhas machucadas pra cuidar,
Retirar espinhos, tratar feridas.
Por fim, dormem.
As ovelhas.
E o pastor?
Vigia.
Precisa estar atento.
As ovelhas dormem,
Estão vulneráveis
O lobo ronda pelos arredores.
Lembra-se da ovelha ferida
Vai até ela
Ela dorme
Ele sossega.
Agora dorme.
Minutos.
Acorda.
Vigia.
Dorme.
Minutos.
O sol desponta no horizonte
As ovelhas se agitam
Precisam de pasto, de água,
Precisam do pastor.
E assim ele se vai
Para mais um dia
De sua vida
Vida que já não parece ser sua
Pois ele a dedicou
À suas ovelhas.




