terça-feira, 25 de setembro de 2012
Salmo 63
domingo, 19 de agosto de 2012
Renúncia
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Seja esperto.Diga não às drogas
Uma poesia(apelo)de Roberto CelestinoHoje a sociedade
Se encontra ameaçada,
Por um mal que a assola
Essa droga tão falada,
Que destrói muitas famílias
Deixa a vida arrasada.
A pessoa que inicia
Procurando atenção,
Quer ficar encorajado
Pra cair na diversão.
O coitado nem percebe
Que ta indo pro caixão.
Acha que só vai provar,
Pois se acha muito forte
Para a droga abandonar,
Mas depois vai perceber
A droga lhe dominar.
E com o passar do tempo
Passa a se transformar,
De alegre e tranquilo
Agressivo vai ficar,
E agora seus amigos
Dele vão se afastar.
E também dentro de casa
Muda o comportamento,
O alegre jovem agora
É apenas um briguento,
E sem ver está levando
A família ao sofrimento.
Os colegas não consegue
No estudo acompanhar,
Pois a sua inteligência
Já começa a definhar
E pensando só na droga
Não consegue estudar.
Dia a dia se percebe
A situação pior,
O que usa já não serve
Ele busca algo maior,
Procurando outras drogas
Para se sentir melhor.
Quando a cola já não serve
Para lhes satisfazer,
Ele busca a maconha
Por esta mais forte ser,
Vai chegar então o momento
De efeito não fazer.
E nessa viagem louca
Ele vai se aprofundando,
Busca drogas mais potentes
E de tudo vai usando,
Não consegue perceber
O quanto ta se afundando.
Aquele que tem dinheiro
Cocaína vai comprar,
O mais pobre compra o crack
É mais fácil de encontrar,
Esse é muito perigoso
Tem poder para matar.
Tem efeito matador
E também outro poder ,
Viciar rapidamente
E para a alguém prender
Basta usá-lo uma vez
Pra a pessoa se render.
Aumentando a desgraça
Um tal oxi, foi inventado,
É de cal e querosene
E tudo envenenado,
Mata mais do que as outras
Sem dar chance ao viciado.
Quando chega nessa fase
Tudo fica complicado,
O que parecia belo
Vai mostrar o outro lado
Quem queria aparecer
Agora vê-se isolado.
Se rebela com os pais
Pois se sente independente,
Achando que pode tudo
Quer mostrar que é valente
Quando passa o efeito
Só Deus sabe o que sente.
Quando acaba o dinheiro
E não pode mais comprar,
Vê-se logo em desespero
E começa a roubar,
Até dentro de sua casa
Rouba coisas do seu lar.
Anda sujo, maltrapilho
A calçada é seu lar,
Vive sempre mendigando
Esperando algo ganhar,
Pra comprar a sua droga
É disposto até matar.
Em um mundo violente
Vive ele envolvido,
Na escuridão das drogas
Compra briga com bandidos,
Muitos são os que se vão
Tem seu tempo reduzido.
Muitos jovens estão mortos
As famílias destruídas,
Outros vivem pelas ruas
Vivem ao léu e sem guarida,
Por uma atitude errada
Destruíram suas vidas.
E enquanto esses pobres.
Correm pra destruição
Peço que analisemos
Com devida atenção,
Como vive o traficante,
Que é chamado de chefão.
Vende droga, mas não usa
E só anda de carrão,
Leva vida sossegada
Só passeia de avião,
E o pobre viciado
Vive sujo pelo chão.
Deixo aqui o meu conselho
Pra você saber viver,
Bem tranqüilo e sossegado
Sem ter nada a temer:
Fique longe dessa droga
Ela quer matar você.
Quer você ser descolado?
Porta-te decentemente,
Faça uso do seu charme
Seja um jovem influente
Ao estudo dê valor
Mostra qu’és inteligente.
Deve a jovem escolher
Um rapaz pra namorar,
Que possua qualidades
Saiba a todos agradar,
Se pegar um viciado
Vai morrer de apanhar.
Fique atento com o álcool
É uma porta de entrada,
Muitos que por ela entraram
Perceberam a cilada
Outros ao tentar voltar
Encontraram-na fechada.
O cigarro é outra droga
Venenoso e matador,
Quem o usa adquire
Enfisema e tumor.
Não destrua o teu corpo
Que Deus fez com tanto amor
Vê-se o fruto dessas drogas
Hoje em muitos lugares,
A lotar os cemitérios
Nos presídios aos milhares
Jovens presos por correntes
Dentro de seus próprios lares.
Se alguém fizer convite
Para alguma droga usar,
Foge dele sem demora
Se não vai te afundar
É melhor andar sozinho
Sem o mal pra te tentar.
Mostra que és diferente
Escolhendo o correto,
Se souberes que há drogas
Não queiras passar por perto
Mostrarás assim a todos
Quem de fato é esperto.
Se você já provou drogas
Pra deixar essa é a hora,
Recomeça tua vida
Faça isso sem demora
Tua vida não é lixo
Para ser jogada fora.
Aproveita tua vida
Valoriza a liberdade,
Anda com sabedoria
Te esquivas da maldade.
Pois quem vive sem as drogas
Vive em tranqüilidade.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
O Caminho
Uma Poesia de Roberto CelestinoÉ preciso prosseguir,
Mesmo sentindo-se cansado
Estando o caminho tranqüilo
Ou mesmo atribulado.
Melhor é não olhar pra trás
E se olhar,
Não regredir
Depois de iniciada a jornada
É preciso prosseguir.
Lembro-me de alguma parte do caminho,
Algum lugar onde já passei
Chego a emocionar-me de saudades,
Por algo que ali deixei.
Também me emociono de dor
Dores que senti no caminho
Por vezes estar acompanhado
E muitas outras encontrar-me sozinho.
Também recordo de coisas
Que eu não deveria ter feito,
Coisas que ao serem lembradas
Transborda de arrependimento meu peito.
Confesso que já pensei em parar
Ficar na beira da estrada
Dormir e sonhar com quem passa,
Mas temo em não mais acordar
E perder o que me espera
O que me foi prometido
Pois essa minha caminhada
Não é sem rumo,
Tem objetivo.
Há trechos no caminho
Que são muitos tenebrosos
Mas há outros no entanto
Que são mui maravilhosos.
Tenho que passar por todos estes
Preciso mostrar meu valor
E vencer os obstáculos
E ser declarado vencedor.
É preciso prosseguir
Não desistir da jornada
Pois o caminho do qual falo
É nossa vida na estrada
Em rumo à morada eterna
Que Por Cristo foi preparada.
Poesia Evangélica: Um poema de Jörg Zink
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
A Árvore da Felicidade

A Arvore da Felicidade
Na floresta da minha vida eu plantei três sementes.
A primeira foi a semente do meu orgulho;
A segunda a semente da minha ganância;
Nasceram duas grandes arvores
Nestas arvores, depositei todo minha esperança.
A terceira semente, com esta eu não me importei
Não foi com carinha que eu a plantei
Na terra de qualquer jeito semeei
Não me importei se essa semente nascia
Eu não esperava qual seria minha surpresa um dia.
O tempo foi passando, meu orgulho e minha ganância aumentando
Orgulhoso fui até a floresta passear
Foi grande a desilusão, vi toda minha soberania desmoronar
A arvore do meu orgulho, juntamente com a arvore da minha ganância,
Encontrei as duas sem esperança.
Seus fortes galhos secando
Suas folhas amareladas
Eu chorei como criança, acabou minha esperança!
Estas duas arvores em pouco tempo seriam derrubadas!
Com meus olhos chorando
Para frente fui andando
Algo me surpreendeu
Encontrei uma grande arvore
Com grandes galhos rodeados
Suas flores perfumadas.
Esta arvore nasceu daquela semente
Que um dia covardemente o meu coração esqueceu
Eu corri ao seu encontro
Abracei o seu tronco
De alegria eu chorava.
Parece que a arvore me dizia:
Filho para onde você ia
Os caminhos que você seguia
Minha sombra te acompanhava.
Hoje eu sou feliz
Já esqueci do meu orgulho
Não lembro da minha ganância
Sou feliz como criança.
Não sinto nem tristeza, nem saudade
Agora, convido meus irmãos, amigos
E o povo desta cidade,
Para vir colher os frutos e descansar na sombra
Desta arvore que se chama
A ARVORE DA FELICIDADE!!!!!
Autor:
Presbitero: João Testi Sobrinho
Igreja Presbiteriana Filadelfia
Ribeirão Preto - SP
Visite Repentistas Evangélicos em: http://repentistasevangelicos.ning.com/?xg_source=msg_mes_network
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
O Relato de Adão
Uma Poesia de Roberto Celestino
sexta-feira, 10 de junho de 2011
O Pastor
Uma Poesia de Roberto CelestinoAo cair da tarde
O pastor recolhe suas ovelhas
Elas estão cansadas,
Ele também está.
Seu corpo tende a desabar de cansaço
Ele carrega uma ovelha nos ombros
Está ferida,
Desgarrou-se, caiu em um precipício
Ele buscou-a, também se machucou
Encontrou-a.
Agora a carrega nos ombros
Teme perdê-la.
Por fim, o aprisco
Descanso?
Sim,para as ovelhas.
Seus pés inchados e feridos
Vão ter que esperar
Tem ovelhas machucadas pra cuidar,
Retirar espinhos, tratar feridas.
Por fim, dormem.
As ovelhas.
E o pastor?
Vigia.
Precisa estar atento.
As ovelhas dormem,
Estão vulneráveis
O lobo ronda pelos arredores.
Lembra-se da ovelha ferida
Vai até ela
Ela dorme
Ele sossega.
Agora dorme.
Minutos.
Acorda.
Vigia.
Dorme.
Minutos.
O sol desponta no horizonte
As ovelhas se agitam
Precisam de pasto, de água,
Precisam do pastor.
E assim ele se vai
Para mais um dia
De sua vida
Vida que já não parece ser sua
Pois ele a dedicou
À suas ovelhas.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Um Poema de Rute Salviano Almeida
Quem é Deus?
Para a criança, é o papai do céu
A quem pede proteção.
- Abençoa papai, mamãe.
Dá a cada dia o pão.
Deus da criança inocente
Deus da mãe ocupada
Deus que consola na dor
Deus da alma enlutada!
Para o jovem é o cara lá de cima
Que não o incomoda ou intimida
Ele que fique por lá
Deixe-me gozar a vida!
Deus que está longe
Deus que não é pessoal
Deus que ama o pecado
Deus, tão banal!
Para o caboclo no campo
Deus a chuva dá
Ele ajuda a colheita
E faz a mágoa passá!
Deus que se preocupa com o pobre
Deus que sofre com o que erra
Deus que faz cair água
Na sequidão da terra!
Para o deista, Deus está morto.
Criou a terra e se cansou.
Deixou tudo nas mãos do homem
Que a tudo dominou!
Deus que já morreu.
Deus que não se importou
Com os homens e Suas obras
Deus que nunca amou!
Para o ateu, Deus não existe
Isolado em sua racionalidade,
vocifera: Que Deus é este?
Não existe eternidade.
Deus que não se revela.
Deus que não é imortal.
Deus que só existe na mente
do crédulo irracional!
Para teólogos medíocres,
Deus é um criado pessoal,
Deus que precisa de esmolas,
Deus que Se curva, afinal!
Deus a ser barganhado
Deus a quem se cobram favores
Deus que tem que servir
Aos gananciosos pecadores!
Para muitos, Deus está encoberto
Mas, Se revela ao temente.
Pois busca adoração
da alma sincera do crente!
Deus que criou o mundo
Deus que enviou Jesus
Deus que a todos ama
Deus que Se revela na cruz!
in Antologia Literária “Poemas e Poetas nova geração” Litteris Editora, 2010
*Rute é autora do livro Uma Voz Feminina na Reforma (Ed. Hagnos)
segunda-feira, 23 de maio de 2011
TROPEÇOS, uma Poesia de Roberto Celestino

Quanto tempo já vivido
Desde que te conheci
Mas por um tempo te esqueci
E tive meu tempo perdido
Andei por caminhos distantes
Do que preparaste pra mim
Todos estes me levavam pro fim
Pois eram caminhos errantes
Nesse tempo estive mudo
Hoje quero falar tudo
Da tua salvação, do teu amor.
E louvar-te por minha vida
Por tua graça concedida
A este pobre pecador
CRISE
Uma Poesia de Roberto Celestino
Tu me perguntas:
O que houve?
Ou deveria eu perguntar-te isto?
Por que não te ouço ao menos
Perguntar como o fizeste ao teu primeiro
Quando o buscaste dizendo:
Onde estás?
Ele tentou fugir ao te ouvir
Estou fugindo porque não te ouço
Não queira que eu faça tudo sozinho
Tu me conheces.
Que te peço demais que não podes me dar?
Concedeste a outro para encorajá-lo a lutar
Será que os questionamentos dele não eram falta de fé?
E quanto a mim?
Tudo bem.
Talvez Tu tenhas vindo a mim
Para recolher frutos
E nada encontraste
Talvez tenha sido isso
Acho que não frutifiquei
No devido tempo
E talvez meu tempo tenha passado.
(Escrito quando passava por um deserto espiritual,mas encontrei o Oásis)
segunda-feira, 18 de abril de 2011
SE EU CAIR AMANHÃ, um poema de Jessé Medeiros

SE EU CAIR AMANHÃ
Se eu cair amanhã…
Não me decepcione. Quando passar por mim, não finja
que não me viu. Aproxime-se e me cumprimente.
Lembre-se que estarei cego. Não permita que eu caia no abismo.
Se eu cair amanhã…
Não me acuse, não diga que eu errei. Tenha sempre
uma mensagem inspirada pelo Espírito Santo para me dar.
Lembre-se que não tive força e caí…
Se eu cair amanhã…
Não me esqueça; não tente me substituir por outra pessoa.
Ore constantemente em meu favor, visite-me ou me escreva;
lembre-se que estarei preso, acorrentado…
Se eu cair amanhã…
Não fique satisfeito, sorrindo… Não bata palmas.
Lembre-se que haverá uma alma a mais caminhando
para o inferno. O Espírito Santo ficará triste mas
o Pai estará me esperando.
Se eu cair amanhã…
Não me despreze, fazendo-me sentir discriminado.
Não risque meu telefone da sua agenda. Lembre-se que
estarei faminto e sedento: leve-me o Pão e a Água da Vida.
Se eu cair amanhã…
Não me amaldiçoe; não diga que irei para o inferno,
para não me machucar. Como crente forte, suporte
as minhas fraquezas. Esteja pronto para me ajudar.
Se eu cair amanhã…
Não fique parado. Mexa-se, faça alguma coisa.
Coloque-me em seus braços, trazendo-me de volta ao lar.
Observe se o meu corpo tem feridas, veja se há traumas
no meu coração e me apresente ao Bom Pastor.
Certamente, Ele vai me curar.
Se eu cair amanhã…
Lembre-se que estarei com sete demônios a mais que
da última vez. Nem por isso se afaste de mim. O Espírito
do Senhor é sobre você para libertar os cativos. Então irmão,
liberte-me. Estarei morto espiritualmente, traga-me à vida.
Se eu cair amanhã…
Mais do que nunca, preciso de você: do seu amor,
da sua força, oração, fé, mansidão e paciência.
Porém, se nada disso acontecer, então irmão,
quando for feito o apelo, entregue-se a Jesus para
sua salvação.
www.poesiaevanglica.blogspot.com
No livro Círculo de Oração em Festa, de Eliúde Marques
sábado, 26 de fevereiro de 2011
PEDRAS QUE CLAMAM
Uma Poesia de Roberto CelestinoQue coisa!
Pedras clamando
E eu aqui calado.
A mim foi dada a Palavra
E me foi dito pra falar,
Me fiz de surdo,
Tornei-me mudo.
Pedras clamando
Pessoas morrendo,
Alimentando as chamas eternas
Porque não me ouviram.
Porque não me ouviram?
Porque não falei.
Fiquei mudo.
Simplesmente me calei.
As pedras clamam,
Meu coração de pedra não.
É crítico,implacável
Mas é pobre cego e nu.
Miserável.
Até quando oh pedras
Clamareis em meu lugar?
Até quando vosso lugar eu tomarei?
Que coisa!
O dia está chegando
Jesus está voltando
As pessoas estão morrendo
Milhares se perdendo
E eu aqui calado
Mudo, parado.
E as pedras clamam.
Até o mundo clama
O mundo chora,
Jesus também chora,
As pedras clamam,
E eu assisto a tudo.
Parado.
Mudo.
Feito pedra.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Homenagem à Bandeira de Taquaritinga do Norte

Ó símbolo de honra e grandeza
Estandarte de ímpar esplendor
Criada com a essência da beleza
Revestida de glória e amor
Em ti está contada a nossa história
Dos primórdios aos dias atuais
Mantendo viva em nossa memória
A conquista de nossos ideais
Saudamos-te
Ó bandeira
Que Taquaritinga vens representar
És bela,
Altaneira,
Bem denotas a beleza do lugar.
Retratas esta terra admirável
E o valor dessa gente vens mostrar
Sua lealdade a todos é notável
Causa encanto a quem aqui chegar
O branco que há em ti tem revelado
Que a paz é possível se obter
Aqui a harmonia tem reinado
Nesta terra tão nobre de viver.
Saudamos-te
Ó bandeira
Que Taquaritinga vens representar
És bela,
Altaneira,
Bem denotas a beleza do lugar.
A Serra da Taquara contemplamos
Neste verde de intenso vigor
Ali também o índio avistamos
O primeiro habitante que chegou
Altivo brilha o sol da nobreza
No teu céu de azul tão divinal
Iluminando os ramos da riqueza
Realçando a Dália fenomenal.
Saudamos-te
Ó bandeira
Que Taquaritinga vens representar
És bela,
Altaneira,
Bem denotas a beleza do lugar
A estrela bem no alto refulgente
Nos indica o caminho a seguir
És símbolo que exalta tua gente
Nosso orgulho irás sempre refletir
Pra sempre hás de ser enaltecida
E hasteada em cada coração
Eternizada estás em nossa vida
Te saudamos eterno pavilhão.
Saudamos-te
Ó bandeira
Que Taquaritinga vens representar
És bela,
Altaneira,
Bem denotas a beleza do lugar.
JOSÉ ROBERTO CELESTINO PEDROSA
"Obs. Esta letra não corresponde ao Hino Oficial em homengem à Bandeira , e sim ao Hino que ocupou o segundo lugar no concurso para a escolha do mesmo."
terça-feira, 6 de abril de 2010
Missionar é:

Subir o monte da preguiça
Vencer o monte do comodismo
Superar um monte de orgulho
Derrubar montes de egoísmo
Resistir firme as tentações
Que a nós se apresentam aos montes
Ultrapassar os montes de tribulações
Que tentam nos cansar todo instante.
Não ouvir um monte de palavras
De muitos que tentam nos enfraquecer
Montam planos para que não prossigamos
E que por medo dos montes desistamos
Para a obra de Deus não fazer.
É subir ao monte de Deus
E em sua presença se humilhar
Um monte de lágrimas derramar
Porém sem deixar se entristecer
Voltar caminhando pelos montes
Na certeza que vamos colher
Almas que aos montes virão
Juntar-se a esta grande comissão
E por fim ouvir O Senhor dizer:
“Oh como são formosos
Os pés dos que anunciam
Sobre os montes cada dia
Minha grande salvação
Vinde ó ceifeiros
Receber do meu Cordeiro
Vosso grande galardão
Onde estão os teus pés?
Admiramos:
Pés nas passarelas desfilando
Pelas ruas caminhando
Pés limpos, bem cuidados
Pés nobres bem calçados
Pés que dançam elegantemente
Que andam nos melhores ambientes.
Julgamos pés pela aparência
Sem muitas vezes atentar
Que muitos destes pés
Correm pra sangue derramar
Apressam-se para fugir de Deus
Andam sem rumo, sem direção
Correm de um lado pro outro
Procurando salvação.
Às vezes encontram
Passam por cima, pisam-na
Desprezam-na.
Mas aos nossos olhos são pés limpos,
Bem cuidados, bem calçados,
Bem polidos, pés lindos.
Bem diferentes de outros pés,
Engalicados de tanto andar
Sujos pela poeira dos caminhos
Feridos por pedras e espinhos
Inchados por montes escalar.
Quem poderá admirá-los
Esses pobres pés coitados
Em que nada de nobre há?
Mas há alguém que os enaltece
A esses pés enobrece
Pois alegram Seu coração,
Pés por muitos desprezados
Mas por Deus admirados
Levando ao céu alegria
Pois não se cansam e cada dia,
Aos montes irão voltar
Por Cristo irão aos confins da terra
Anunciar a vida eterna
Que Jesus Cristo veio dar.
Sansão. o homem mais forte do mundo,vencido por sua fraqueza.

Um cordel de Roberto Celestino
1
Israel foi escolhido
Pra ser povo do Senhor
Da escravidão do Egito
O Senhor os resgatou
Andou com eles no deserto
Viram a mão de Deus de perto
No meio deles Deus andou
2
Abriu o mar vermelho
Para o povo atravessar
Quando o povo sentiu fome
Do céu veio o maná
De sede ninguém sofria
Pois até da rocha saia
Água para os saciar
3
Mas o povo era rebelde
Cheio de ingratidão
Esqueceram-se logo de Deus
Endureceram o coração
Entregaram-se ao pecado
Deixaram a liberdade de lado
Voltaram à escravidão
4
Sob a mão dos filisteus
Israel foi oprimido
Sofreram por muitos anos
Nas mãos do inimigo
Era o preço da rebeldia
Para lembrá-los que um dia
Do Senhor tinha esquecido
5
Nesse cenário de rebeldia
Um anjo veio anunciar
A uma mulher estéril
Esposa de Manoá
Que um filho conceberia
Do seu ventre sairia
Um juiz para os livrar
6
Desde o ventre materno
Seria ele consagrado
Não tocaria bebida alcoólica
Nem em algo contaminado
E como sinal dessa aliança
Desde que nascesse a criança
Seu cabelo não seria cortado
7
Nascendo então o menino
Deram-lhe o nome de Sansão
Cresceu e Deus o abençoou
O Espírito Santo deu-lhe a unção
Tornou-se forte e valente
Pra livrar a sua gente
De tão forte opressão
8
Foi dotado de grande força
Um poder sobre natural
Matou leões feriu exércitos
Como ele não havia igual
Os inimigos o temia
Pois ele sempre os vencia
E causava-lhes grande mal
9
Sendo ele ainda jovem
Como louco se comportou
Pois buscou um casamento
Fora do povo do Senhor
Aos seus pais desobedeceu
Casou com a filha de um filisteu
A lei de Deus não observou
10
Foi totalmente negligente
Não atentava para Deus
Esqueceu-se da consagração
Pois era ele um nazireu
Não tocaria coisa impura
Mas seguindo em sua loucura
Mel de um cadáver ele comeu
11
Dele todos falavam
Tornou-se muito temido
O homem mais forte do mundo
Assim ficou conhecido
Com os milhares que lutou
A todos ele derrotou
Ninguém o havia vencido
12
O inimigo intentava
Uma forma de o vencer
Procurava um ponto fraco
Algo para o prender
Logo logo encontrariam
Pois sansão se entregraria
As mulheres por prazer
13
O homem consagrado
Outro caminho tomou
Entregou-se as prostitutas
Ao Senhor ele negou
Não fez caso da unção
Corrompeu seu coração
Sua vida arruinou
14
Quando conheceu Dalila
Logo se afeiçoou
E em tempo muito curto
Seu coração lhe entregou
O inimigo sempre atento
Viu então chegar o momento
Que ele tanto esperou
15
Os filisteus a convenceram
Para o investigar
De onde vinha sua força
E como o podiam segurar
Só assim o venceriam
Dele então se vingariam
E o prenderiam pra matar
16
Sansão começou brincar
Vez por outra a enganou
Mas ela fingiu-se triste
E logo o conquistou
Estando ele apaixonado
Não percebeu ser enganado
E o segredo declarou
17
Disse ele ser consagrado
Desde a concepção
Oferecido ao Senhor
Que o encheu com sua unção
Para ser por Deus usado
De força foi super dotado
Pra trazer libertação
18
Aos filisteus venceria
Pois não podiam vencê-lo
Libertaria seu povo
Ninguém iria detê-lo
Havia um voto com o Senhor
Que desde o ventre ordenou
Que não cortassem seu cabelo
19
Descoberto o segredo
Rapidamente lhe cortaram
As sete tranças que usava
A cabeça lhe rasparam
O voto fora rompido
Sansão estava vencido
Os filisteus comemoravam
20
Furaram seus olhos
Com crueldade o trataram
Expuseram-no como troféu
Diante do povo o torturaram
E os príncipes dos filisteus
Agradeciam ao seu deus
Pois Sansão capturaram
21
Sansão fora vencido
Ali findava a trajetória
De um homem consagrado
Que mudou a sua história
Pois por causa do pecado
Deixou sua missão de lado
Buscando sua própria glória
22
Mas a palavra de Deus
Jamais retorna vazia
De uma forma ou de outra
Cumprir-se-á a profecia
Tendo sansão falhado
Ainda seria usado
E o seu povo libertaria
23
Em um dia muito festivo
Os filisteus se ajuntaram
No templo do deus Dagon
E com honras o adoravam
Trouxeram então Sansão
Humilhado e sem visão
E a todo o povo o apresentaram
24
Durante muitas horas
Ouviu-se muita gritaria
Foi duramente insultado
Porém cego nada via
Teve um plano de repente
Calculou que muita gente
Pelo barulho ali havia
25
Viu-se naquele momento
Com o coração arrependido
Chorou amargamente
Por sua missão não ter cumprido
Clamou a Deus por seu perdão
E pediu em oração
A força que havia perdido
26
Sentiu-se forte novamente
Deus atendeu seu pedido
Como cego nada via
Pediu que fosse conduzido
Para as colunas do lugar
Pois queria se encostar
Dizia estar muito abatido
27
Ao apoiar-se nas colunas
Começou a empurrar
Alguns que ali estavam
Sentiram o templo abalar
Outros porém zombavam
Pois estes não acreditavam
Que a casa iria desabar
28
De repente aquela casa
Sobre todos desabou
Matando muita gente
Pouca coisa ali restou
Morreram os príncipes filisteus
Tornando livres os hebreus
Como Deus assim falou
29
Morreu também Sansão
Junto com o inimigo
Sendo forte tornou-se fraco
Pois a Deus não deu ouvidos
Desprezou a consagração
Andou segundo seu coração
Pelo mal foi seduzido
30
A história de Sansão
Vem a todos alertar
Que quem serve ao Senhor
Ao mundo não deve amar
O que há no mundo nos seduz
E pra longe nos conduz
Pra de Deus nos afastar
31
Não pode haver comunhão
Das trevas com a luz
Nem de quem pratica o mal
Com quem serve a Jesus
Quem vive indeciso
Mostra que não tem juízo
Ou qu’é inimigo da cruz
32
Pois por Deus fostes chamado
Para a outros anunciar
A salvação que há em Cristo
E muitas vidas libertar
Dedica-te a oração
Pra que jamais a tentação
Consiga te derrubar
32
Desde o principio dos tempos
O diabo planejou
Tomar o lugar de Deus
E do céu Deus o expulsou
Hoje ele tenta ocupar
Em teu coração o lugar
Que para Si Deus reservou
33
Consagra tua vida
A cada dia ao senhor
Nunca pense que és forte
E pede a Deus o seu favor
Foge das paixões da mocidade
Afasta-te da vaidade
E assim serás um vencedor.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
ERGUEI OS OLHOS E VEDE.

Erguei vossos olhos
Vede os campos
É tempo de colher
Estão prontos a receber
De toda parte os ceifeiros
Preparai vossos celeiros
E dispõe-te a percorrer
Estes vastos campos brancos
Cheios de almas sofridas
Que em meio ao joio sufocante
Perdem o sentido da vida.
Erguei vossos olhos
Vede os campos,
Apressai-vos e saí
Ajuntai vossos molhos
Atentai e ouvi
O clamor dos desesperados
O gemido dos desgarrados
São ovelhas sem pastor.
Oh, como são poucos os ceifeiros
Que se apresentam para a ceifa
Rogai a Deus por obreiros
Para esta grande colheita
Dispostos a vida entregar
E ao Senhor da seara
Muitos frutos apresentar.
Moisés, o libertador de Israel.

Em um tempo de angústia
Dias de escravidão
O povo de Deus gemia,
Sob uma forte mão
A mão de um Faraó
Do povo não tinha dó
Os regia com opressão
Era fazendo tijolos
Trabalhando dia a dia,
Para construir cidades
Que o povo hebreu sofria
Campos também cultivavam
Pois em tudo trabalhavam
Sob forte tirania
Mas o povo foi crescendo
Logo se multiplicava
Cada dia mais crescia
O Egito povoava
E por esse crescimento
Despertava um sentimento
Faraó se preocupava
Temia que os hebreus
Viessem se rebelar
E que em tempos de guerra,
Fossem eles se aliar
Com um povo inimigo
E para vingar o castigo
Contra o Egito guerrear.
Tomou medida extrema
Difícil até acreditar,
Ordenou as duas parteiras
De nome Sifrá e Puá
De cada parto que fizer
Só viverá se for mulher
Se for homem tem que matar
VI
Enganado pelas parteiras
Seu plano foi frustrado,
Tomou medida mais dura
Tendo ao seu povo ordenado
Aos das hebréias que nascerão
Sendo a criança um varão
No Rio Nilo será jogado
VII
Em meio a tanta matança
Um menino foi poupado,
Sua mãe o escondeu
Por três meses foi entocado
Mas devido ao crescimento
Chegaria o momento
Que facilmente seria achado
VIII
Em um cestinho de junco
Sua mãe o colocou
Descendo a beira do rio
O cestinho lá deixou
Em soluços e pranteando
Sua irmãzinha ficou olhando
Até que alguém o encontrou
IX
Pela filha de faraó
Moisés foi encontrado
Amamentado por sua mãe
Mas no palácio foi criado
Como príncipe ele cresceu
Mas um dia conheceu
O povo do qual foi tirado
X
Ao sair pra ver seu povo
Viu quão grande era o labor
O quanto eram oprimidos
Sentiu de perto a sua dor
Viu um hebreu ser espancado
Não se conteve e muito irado
Assassinou o agressor
XI
Passou a ser fugitivo
Em Midiã foi morar
Conheceu as filhas de Jetro
Com uma veio se casar,
A vida de príncipe deixou
O palácio pelo campo trocou
De ovelhas foi cuidar
XII
Estando ele no Monte Horebe
Onde estava pastoreando
Viu algo estranho acontecendo
Um arbusto se incendiando
Mas o arbusto não queimava
E quanto mais perto chegava
Aquele fogo ia aumentando
XIII
Do meio do fogo uma voz
Começou a lhe falar,
Tira as sandálias dos pés
Santo é esse lugar
Eu Sou Deus e te escolhi
Pois o clamor do povo ouvi
E tu irás os libertar
XIV
Moisés procurou então
Uma desculpa,uma saída,
Dizendo não saber falar
Quis usar justificativa
Deus disse: Pode parar,
Te dei boca pra falar
Não terás alternativa
XV
Junto ao irmão Arão
Com Faraó foram falar
Deus havia prometido
Que com eles iria estar
A Faraó então chegaram
Em nome de Deus falaram
Para o povo libertar.
XVI
O Faraó não fez caso
Daquilo que escutava
Ao invés de soltar o povo
Mais e mais os apertava
Com o coração endurecido
Ao Senhor não deu ouvidos
Sem saber o que o aguardava
XVII
Vieram sobre aquela terra
Grandes males e muitas dores
As dez pragas do Egito
Acompanhadas de horrores
Pra Faraó reconhecer
Que só quem tem todo o poder
É O Senhor dos senhores
XVIII
As águas dos rios viraram sangue
De rãs a terra se encheu
Piolhos sobre homens e animais
Um enxame de moscas apareceu
A peste os rebanhos assolou
Aos animais dos egípcios matou
Mas dos hebreus nenhum morreu
XIX
Depois vieram feridas
Purulentas e de fedor
Em seguida uma chuva de pedras
A qual nem árvore deixou
Os gafanhotos apareceram
Rapidamente tudo comeram
E nada verde ali restou
XX
Vieram densas trevas
E nada podiam ver
E por três dias seguidos
Nada puderam fazer
Dessas pragas já chegadas
Nenhuma seria comparada
A que iria acontecer
XXI
A décima praga enviada
Trouxe ao Egito grande dor
A meia noite chegou a morte
Trazendo grande terror
Ao filho mais velho matava
Do rei,do nobre e da escrava
E ouviu-se grande clamor
XXII
Faraó deixou então
O povo com Moisés ir embora
Saíram logo do Egito
Caminharam deserto afora
Mas Faraó arrependido
Tendo o exército reunido
Foi buscá-los sem demora
XXIII
Era imensa a multidão
Que para Sucote subiu
Liderada por Moisés
Que logo um censo pediu
E o número revelado
Mulheres e crianças de lado
Só de homens seiscentos mil
XXIV
E o povo era guiado
Pelo Deus de Israel
De dia por uma nuvem
A noite por fogo no céu
Dia e noite caminhavam
Ansiosos desejavam
A terra que mana leite e mel
XXV
Perseguindo-os Faraó
Encontrou-os junto ao mar
Depois de longa caminhada
Estava o povo a descansar
Ao verem o Faraó temeram
Seus corações se derreteram
E puseram-se a clamar
XXVI
Diante daquela situação
Levantou-se grande temor
E pelo medo que sentiam
Rebelaram-se contra O Senhor
Desejaram ao Egito voltar
Para forçados trabalhar
Desprezando o libertador
XXVII
Moisés fez calar o povo
E pediu sua atenção,
Para lhes falar que Deus
Continuava na direção,
Não adiantava murmurar
Pois Deus os ia salvar
Com sua poderosa mão
XXVIII
Deus disse a Moisés,
Por que estás a clamar?
Diga ao povo que marche
E continue a caminhar
E tu não fiques parado
Levanta já o teu cajado
E toca nas águas do mar
XXIX
Ao tocar Moisés nas águas
O mar então se abriu
E diante daquele povo
Um caminho seco surgiu
O povo então se levantou
Por meio do mar atravessou
Coisa igual nunca se viu
XXX
Faraó e seus soldados
Mar adentro também entraram
Para alcançar o povo
O caminho aproveitaram,
Mas quando o povo passou
O mar então se fechou
E os Egípcios se afogaram
XXXI
Ao chegar do outro lado
Moisés então cantou,
Pois a alegria que sentia
Em seu peito transbordou
A Deus então agradecia,
Pois viram naquele dia
Como Deus os libertou
XXXII
Como havia no Egito
Escravidão e muito enfado,
A humanidade está presa
Escravizada no pecado,
Como se tivessem dormindo
Não percebem que estão caindo
No abismo do diabo
XXXIII
Deus então mostrou
Que haveria uma luz
Assim como enviou Moisés
A nós enviou Jesus
Seu Filho Eterno e Amado
Que pra nos libertar do pecado
Entregou-se a morte de cruz
XXXIV
Depende só de você
Seguir o Libertador
Ou ficar lá no Egito
Onde o pecado é senhor
Como a terra do leite e do mel
Pra nós reservou o céu
Pelo seu eterno amor
XXXV
Esse É o Deus do impossível,
Que por amor abriu o mar,
Realizou este milagre
Para o povo libertar
Liberta você também
Poder pra isso ele tem
É só você o aceitar.



